SER TRANSFORMADOR(A) DAS COISAS - TUDO PARA O BEM SOCIAL

quarta-feira, 3 de maio de 2017

MÁGICA INVISIBILIDADE:

Mão Invisível


Fotografia de Fátima Joaquim

Deslizo minha mão por sob
A outra invisível
E delineio as curvas no espaço
Só espaço
Sem traços físicos
Imagino que tenho um colo terno
E um ombro amigo
Acalmando meus anseios.
E brinco de ter o quanto quero
A recompensa de ser tão singular
Minha imaginação se agiganta
E sou do tamanho do meu querer
E tudo é mágico
É suave e belo
Na minha vida imaginativa
E floreada entre suspiros e sonhos
Nos teus abraços

segunda-feira, 24 de abril de 2017

AMOR BOM

É QUANDO NÃO MENDIGADO:


Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada.
Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado,
melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram.
Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição.
Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;
outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa.
Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido.
Quase sempre amamos a quem nos ama mal,
e desprezamos quem melhor nos quer.
Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho o de mais nada fazer.


_______________________Clarice Lispector

sábado, 22 de abril de 2017

MULHERES: DIA ESPECIAL SEMPRE!

“SEMPRE TRANSFORMADORAS = tysunames."

Membros da Liga Internacional de Mulheres
Mãe, filha, irmã, esposa, dona de casa, trabalhadora, lutadora, vencedora! Os títulos são muitos mas o significado é um só: MULHER!. E, bem longe de todo esse glamour que a data ganhou, o dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher, tem sua origem nas lutas femininas de mulheres socialistas revolucionárias. Ao ser criada, a data não tinha o intuito de apenas ser comemorativa, mas de conscientização. Afinal, na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir o preconceito e a desvalorização em relação ao sexo feminino. Mesmo com todos os avanços, as mulheres ainda sofrem em muitos locais com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
ACIDENTE X INCIDENTE  - A comemoração é uma alusão à mesma data, quando em 1857, operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Há muitos mitos sobre a data, e há quem diga que a manifestação resultou num ato de violência, em que mais de 100 operárias foram trancadas na fábrica e morreram carbonizadas. Mas estudiosos contestam e explicam que não passou de um acidente e nada teve a ver com a manifestação.
Em 1903, profissionais liberais norte-americanas criaram a Women’s Trade Union League. Esta associação tinha como principal objetivo ajudar todas as trabalhadoras a exigirem melhores condições de trabalho. Em 1908, mais de 14 mil mulheres marcharam nas ruas de Nova Iorque: reivindicaram o mesmo que as operárias no ano de 1857, bem como o direito de voto. Caminhavam com o slogan “Pão e Rosas”, em que o pão simbolizava a estabilidade econômica e as rosas uma melhor qualidade de vida.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher em homenagem às operárias de Nova Iorque. Entretanto, aos poucos foi esmorecida, sendo reavivada e fortalecida pelo movimento feminista da década de 1960. Graças a isso, a posição da mulher na sociedade mudou drasticamente e ela deixou de ser apenas mãe e dona de casa para se transformar em líder, executiva e dona de direitos antes jamais sonhados que as colocaram em igualdade com os homens. Tempos depois, o ano de 1975 foi designado como o Ano Internacional da Mulher, e a partir de 1977, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Internacional da Mulher. A partir de então esta data começou a ser comemorada no mundo inteiro como uma homenagem às mulheres.
CONQUISTAS – No Brasil, aprovada em 7 de agosto de 2006, a lei Maria da Penha (Lei 11.340) trouxe uma série de benefícios para ajudar as mulheres a exercerem seus direitos e serem respeitadas na sociedade brasileira. A partir de então a lei Maria da Penha “Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências.”
Obras a serem apreciadas:
As Mulheres na Antiguidade. Autor: Renato Mocellin. Editora: Brasil.  R$ 29,00
Mulheres egípcias, hebréis, cretenses, de Atenas, gregas, romanas… Penetrar no mundo antigo, desvendar seus mistérios, conhecer seu cotidiano: a maternidade, o casamento, o parto, a sexualidade, o divórcio, a prostituição etc. Você vai conhecer o passado para que, assim, possa agir no presente e impedir que as trevas do preconceito e da desigualdade voltem a atormentar a mulher.
Mulheres de Coragem. Autor: Ruth Rocha.  Editora: Ftd/Quinteto.  R$ 25,90
Em ‘Mulheres de coragem’, a consagrada autora Ruth Rocha reconta histórias de tempos antigos, em que mulheres fortes e audaciosas destoavam dos costumes da época. Isabel, em ‘Lenda da moça guerreira’, torna-se João, luta como um guerreiro e defende suas terras com valentia. Beatriz, em ‘Romancinho romanceiro…’, ousa discordar do casamento por interesse, sem amor. Sem perder o encanto feminino essas mulheres desafiam as regras que lhes foram impostas.
Uma Mulher Vestida de Sol. Autor: Ariano Suassuna. Editora: Jose Olympio. R$ 22,00
‘Uma Mulher Vestida de Sol’ foi a primeira grande tragédia produzida no Nordeste. Escrita para um concurso promovido pelo Teatro do Estudante de Pernambuco, em 1947, e classificada em primeiro lugar, deu início também à carreira de autor teatral de Ariano Suassuna. Segundo Suassuna, a obra era, ainda, sua primeira tentativa de recriar o romanceiro popular nordestino.
Ave, Mulher.  Autor: Haidee Fonseca. Editora: Bagaco. R$25,00
Haidée Camelo Fonseca faz uma homenagem ao universo feminino e de como sua ternura característica rompe as represas do machismo. Cada um dos títulos das onze histórias – baseadas em três anos de pesquisas em que a autora entrevistou diversas mulheres – é o nome de uma delas, às vezes fictícios. A intenção é fazer da obra um cântico de libertação e superação. A autora monta poeticamente um painel que nos compromete definitivamente com os destinos da mulher nordestina. Essa mulher feita de dor, de opressão, de resistência, de cuidado, de bondade, de coragem, de luta, de liberdade, de beleza.
Fonte: Varejão do Estudante

sábado, 25 de março de 2017

QUANTOS ANOS TENHO EU?








"Que importa se faço vinte, quarenta ou sessenta anos !!!
O que importa é a idade que sinto.

Tenho os anos que preciso para viver livre e sem medos, para continuar sem medo o meu caminho, pois levo comigo a experiência adquirida e a força dos meus sonhos.

Quantos anos tenho eu ?
Quem se importa !!

Tenho os anos que servem para abandonar o medo e fazer o que quero
e sinto."

( José Saramago
)

terça-feira, 14 de março de 2017

PENSÃO PARA GRÁVIDAS: Alimentos gravídicos

Você sabe que grávida tem direito a pensão? Chamamos de alimentos gravídicos.
Todas as gestantes brasileiras têm direito de receber do pai da criança no decorrer da gestação, da concepção ao parto, um valor referente a alimentação especial, assistência médica e psicológica, exames complementares, internações, parto, medicamentos, entre outros, de acordo com a Lei 11.804/2008 que dispõe sobre Alimentos Gravídicos.
A fim de que o nascituro se desenvolva de maneira devida, é direito da mulher grávida buscar o auxílio financeiro do genitor. A pensão (a título de alimentos gravídicos) são para custear os gastos decorrentes da gravidez, devendo o valor ser suficiente para cobrir todas as despesas referentes a este período.
É comum, nas ações de alimentos gravídicos, o suposto pai negar a paternidade, porém a Lei 11.804/2008 condiciona o dever de provimento dos alimentos gravídicos à probabilidade de paternidade. Assim, se faz necessário ter indícios concretos de paternidade para convencimento do juiz, não sendo exigível a prova inequívoca da paternidade, que poderá ser impugnada com o DNA, após o nascimento da criança.
Por fim, após o nascimento com vida, os alimentos gravídicos ficam convertidos em pensão alimentícia em favor do menor até que uma das partes solicite a sua revisão.
Penso para grvidas um direito pouco conhecido

[Jusbrasil]

domingo, 12 de março de 2017

MERCADO DE TRABALHO DAS MULHERES:

As mulheres trabalham, em média, 7,5 horas a mais que os homens por semana devido à dupla jornada, que inclui tarefas domésticas e trabalho remunerado. Apesar da taxa de escolaridade das mulheres ser mais alta, a jornada também é.
Os dados estão destacados no estudo Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, divulgado hoje (6) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O estudo é feito com base em séries históricas de 1995 a 2015 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Em 2015, a jornada total média das mulheres era de 53,6 horas e a dos homens, de 46,1 horas. Em relação às atividades não remuneradas, a proporção se manteve quase inalterada ao longo de 20 anos: mais de 90% das mulheres declararam realizar atividades domésticas; os homens, em torno de 50%.
A responsabilidade feminina pelo trabalho de cuidado ainda continua impedindo que muitas mulheres entrem no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, aquelas que entram no mercado continuam respondendo pela tarefas de cuidado, tarefas domésticas. Isso faz com que tenhamos dupla jornada e sobrecarga de trabalho. Especialista em políticas públicas e gestão governamental e uma das autoras do trabalho, Natália Fontoura
Segundo Natália, a taxa de participação das mulheres no mercado de trabalho aumentou muito entre as décadas de 1960 e 1980, mas, nos últimos 20 anos, houve uma estabilização. "Parece que as mulheres alcançaram o teto de entrada no mercado de trabalho. Elas não conseguiram superar os 60%, que consideramos um patamar baixo em comparação a muitos países."

Chefes de família e mulheres negras

O estudo observou ainda que aumentou o número de mulheres chefiando famílias. Em 1995, 23% dos domicílios tinham mulheres como pessoas de referência. Vinte anos depois, esse número chegou a 40%.
As famílias chefiadas por mulheres não são exclusivamente aquelas nas quais não há a presença masculina: em 34% delas havia a presença de um cônjuge.
"Muitas vezes, tais famílias se encontram em maior risco de vulnerabilidade social, já que a renda média das mulheres, especialmente a das mulheres negras, continua bastante inferior não só à dos homens, como também à das mulheres brancas", diz o estudo.
O Ipea verificou a sobreposição de desigualdades com a desvantagem das mulheres negras no mercado de trabalho. Segundo Natália, apesar de mudanças importantes, como o aumento geral da renda da população ocupada, a hierarquia salarial – homens brancos, mulheres brancas, homens negros, mulheres negras – se mantém.
"A desvantagem das mulheres negras é muito pior em muitos indicadores, no mercado de trabalho em especial, mas também na chefia de família e na pobreza. Então, é quando as desigualdades de gênero e raciais se sobrepõem no nosso país", disse a especialista, destacando que a taxa de analfabetismo das mulheres negras é mais que o dobro das mulheres brancas. Entre os homens, a distância é semelhante.

Menos jovens domésticas

O Ipea destacou também a redução de jovens entre as empregadas domésticas. Em 1995, mais de 50% das trabalhadoras domésticas tinham até 29 anos de idade (51,5%); em 2015, somente 16% estavam nesta faixa de idade. Eram domésticas 18% das mulheres negras e 10% das mulheres brancas no Brasil em 2015.
"Nesse últimos 20 anos, podemos ver algumas tendências interessantes, como o aumento da renda das trabalhadoras domésticas. Só que, ainda assim, em 2015, a média do Brasil não alcançou nem o salário mínimo", afirmou Natália.
Em 2015, a renda das domésticas atingiu o valor médio de R$ 739,00 em 2015, enquanto o salário mínimo, à época, era de R$ 788.
O número de trabalhadoras formalizadas também aumentou, segundo o Ipea. Em 1995, 17,8% tinham carteira e em 2015, a proporção chegou a 30,4%.
Mas a análise dos dados da Pnad mostrou uma tendência de aumento na quantidade de diaristas no país. Elas eram 18,3% da categoria em 1995 e chegaram a 31,7% em 2015.

Escolaridade entre raças

Segundo o Ipea, nos últimos anos, mais brasileiros e brasileiras chegaram ao nível superior. Entre 1995 e 2015, a população adulta negra com 12 anos ou mais de estudo passou de 3,3% para 12%.
Entretanto, o patamar alcançado em 2015 pelos negros era o mesmo que os brancos tinham já em 1995. A população branca com tempo de estudo igual ao da negra praticamente dobrou nesses 20 anos, variando de 12,5% para 25,9%.
O estudo Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça está disponível no site do Ipea.

MULHERES QUE DEVEM SER IMITADAS (II)

#tysunames transFORMADORAS:

Rosa Parks

Rosa Sparks Rosa Sparks
“Cada pessoa deve viver sua vida como um modelo para as outras.”
Toda revolução começa com apenas uma fagulha. No dia 1 de dezembro de 1955, uma mulher negra sentada em um fundo de ônibus recusou-se a ceder seu lugar a um branco em um ônibus nos Estados Unidos.
Três dias depois dela ser presa e liberada, um grande boicote aos ônibus segregados da sua cidade começou. Milhares de negros começaram a se recusar a tomar ônibus e começaram simplesmente a andar a pé até o trabalho.
A liderança desse movimento, acabou sendo assumida por grandes ativistas dos direitos dos negros como os reverendos Ralph Abernathy e Martin Luther King. Depois de 381 dias, a Suprema Corte americana julgou inconstitucional a segregação racial em transportes públicos.
Uma mulher negra sentada no fundo de um ônibus que tinha tudo a perder, um dia cansou de sofrer injustiças e simplesmente lutou pelo que é certo. Ficando sentada no lugar queria. Foi o começo do fim da segregação racial nos Estados Unidos.

Coco Chanel

Coco Chanel Coco Chanel
“O dinheiro nunca significou muito para mim, mas a independência conseguida com ele, muito.”
A francesa Gabrielle Bonheur Chanel é a única estilista presente na lista das 100 pessoas mais importantes da história do século XX da revista Time. E não é a toa.
Filha de um vendedor de rua, foi deixada em um orfanato, mas deu a volta por cima e criou uma das marcas mais importantes e luxuosas do mundo.
Entre duas das mais importantes tendências criadas pela estilista está a disseminação do uso das calças por mulheres – algo que chocou a sociedade da época – e o uso dos vestidos pretos básicos, que na época era exclusivos dos funerais e hoje são praticamente peça obrigatória do guarda-roupas de toda mulher.

Malala Yousafzai

Malala Yousafzai Malala Yousafzai
“A melhor maneira de superar os problemas e lutar contra a guerra é através do diálogo.”
Até onde você está disposto a ir por aquilo que você defende? Em 2012, uma menina de quinze anos foi baleada na cabeça por talibãs ao defender seus ideias: O direito à educação de meninas e adolescentes no Paquistão.
Após o atentado, a jovem se recusou a aceitar as regras da sociedade local que espera que as mulheres fiquem em casa para cozinhar e criar os filhos. Hoje, a menina é uma das maiores ativistas em prol da educação para crianças ao redor do mundo.
Mesmo sofrendo ameaças constantes, ela assegura que gostaria de voltar algum dia ao Paquistão para entrar na política. Malala ganhou o Nobel da Paz de 2014 e se tornou a pessoa mais jovem a ser agraciada com o prêmio.

Maria da Penha

Maria da Penha Maria da Penha
“Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher, qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial;”
Apesar de ser bem conhecida, poucas pessoas sabem ao certo do que se trata a Lei n. 11.340/2006. Muitas mulheres que sofrem agressão em seus lares se tornam reféns de seus maridos, que as ameaçam expulsar de casa, tomar os filhos, entre outras agressões psicológicas comuns em casos assim.
A Lei Maria da Penha prevê medidas de proteção à vítimas de violência doméstica, além de garantir assistência social para as mesmas e criar regras mais duras para punir os agressores, permitindo que as mulheres possam se separar sem medo.
Porém, ela é o resultado de muitos anos de luta para que o Estado brasileiro passasse a enxergar a violência doméstica e familiar contra a mulher como uma das formas de violação aos direitos humanos.
Maria da Penha Maria da Penha
Maria da Penha, que inspirou o nome da lei tem uma história sofrida e que – infelizmente – é repetida até hoje. A farmacêutica bioquímica era vítima de constantes agressões de seu marido, um economista.
Porém, na noite de 1983 a violência chegou ao ápice quando ele deu um tiro de espingarda que a deixou paraplégica. Depois de quatro meses em tratamento no hospital, ela voltou para casa, já que, segundo a lei da época, se ela deixasse o marido significaria abandono do lar e ela perderia a guarda de suas filhas.
Não demorou até o marido tentar mais uma agressão. Dessa vez, ele tentou eletrocutá-la durante o banho. Sob a proteção de uma ordem judicial, Maria da Penha conseguiu sair de casa e começou uma luta de anos para que o marido fosse condenado.
Foram quase 19 anos até que finalmente o homem fosse julgado e cumprisse pena na cadeia. Durante esse período, a mulher escreveu um livro sobre sua história, participou de palestras sobre violência doméstica ao redor do mundo e chamou a atenção de diversas entidades de defesa aos Direitos Humanos.
O caso de Maria da Penha foi incluído pela ONU Mulheres entre as dez que foram capazes de mudar a vida das mulheres no mundo.
FONTE: Internet MHM.